DESIGN com valor DESIGN with value Studio Olea - Design com Valor

Soluções criativas para produtos, embalagens e identidade visual.

Design e inovação nas empresas

O aumento da velocidade das transformações da sociedade complexa atual exige que as empresas reavaliem a maneira como obtêm vantagens competitivas. Não adianta apenas melhorar um produto ou serviço. É preciso ter em perspectiva a palavra de ordem dos dias de hoje: inovação. E o Design certamente tem muito a contribuir. Já faz um tempo que deixou de ser uma disciplina que cuida apenas da aparência e da funcionalidade de um produto. Hoje, sua função nas organizações engloba uma série de conhecimentos multidisciplinares que atuam de forma a gerar novas ideias para a implementação de soluções que resultem em melhores resultados. Nós do Studio Olea desenvolvemos toda uma metodologia própria de trabalho, composta essencialmente por três etapas: OBSERVAçãO E ENTENDIMENTO; PROCESSO DE CRIAçãO e DESENVOLVIMENTO E IMPLEMENTAçãO. Na primeira delas, busca-se criar um ambiente que gere ideias inovadoras com inteligência de mercado, ou seja, a partir de uma análise aprofundada dos consumidores e dos concorrentes do ponto de vista tangível e intangível, apresentar produtos que possam diferenciar nossos clientes no seu setor de atuação. Na segunda etapa, muitas ideias são propostas, sempre buscando soluções criativas, viáveis e rentáveis. É a etapa ?funil?, em que confrontamos essas propostas com o as informações obtidas na etapa anterior. Ideias são descartadas e é a partir dessa seleção que obtemos um produto inovador para o mercado do cliente. Importante destacar a forma de apresentação desses resultados, cujas melhores ideias são detalhadas em sketches e pré-modelos. Os melhores caminhos criativos são aqui definidos. A última etapa, de desenvolvimento e implementação, tem como prioridade a viabilidade técnica e econômica, mas sem abrir mão do projeto de design proposto. A impressão 3D entra em cena para garantir as precisões técnica e ergonômica. Acompanhar e escolher os melhores os processos produt...
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Regulamentação da profissão de designer em pauta

Em 1980, tivemos a primeira proposta para regulamentação da profissão de designer. A partir de então, vários outros parlamentares elaboraram projetos de lei com esta matéria, todos arquivados sistematicamente. Três décadas depois, em 2012, projeto de lei proposto pelo deputado José Luiz Penna no ano anterior é aprovado pela Comissão de Trabalho e Administração e Serviços Públicos (CTASP) e, em 2013, segue aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça e Cidadania, da Câmara dos Deputados. Em 2014, o PL é aprovado no Senado e, agora, se não houver recurso em plenário, seguirá para a sanção presidencial. De acordo com este último projeto de lei, somente pessoas com curso superior ou pessoas com experiência mínima de cinco anos poderão exercer a profissão, vedando, assim, a entrada de pessoas sem a devida qualificação nas atividades de designer. Outro aspecto importante é que o trabalho do designer passa a ser protegido pela Lei de Direitos Autorais. Vale destacar que os cursos de graduação em Comunicação Visual, Desenho Industrial, Programação Visual, Projeto de Produto, Design Gráfico, Design Industrial, Design de Moda e Design de Produto devem ser reconhecidos pelo Ministério da Educação. Uma das justificativas da lei dá ênfase ao fato de que o poder público não pode ?comprar? design, uma vez que, pela lei de licitações, é necessário o registro profissional para participar do processo. Sem tal registro, não se pode participar de concorrências públicas. Em perspectiva mais ampla, o design, de acordo com a justificativa do PL, ?é, em última instância, um fator estratégico, pois produtos com maior agregado significam maior arrecadação e a conquista de mercados externos e de moeda forte...?. A regulamentação, ainda segundo a lei, interessa ao usuário final, o consumidor, pois tudo o que é produzido e atinge ao público necessita ter um responsável. Assim, com a regulamentação da profiss...
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Alianças estratégicas e boas práticas

Com as mudanças tecnológicas em ritmo frenético e a competitividade galopante, não é novidade que as empresas têm que se reinventar a todo momento para garantir um sucesso que seja sustentável nos negócios. Tudo isso aliado a uma pressão financeira provoca uma dificuldade interna nas organizações para que possam de fato inovar. Nessa perspectiva, a formação de alianças estratégicas tornou-se uma necessidade para que empresas possam expandir e qualificar sua atuação no mercado. Algumas dicas podem servir de baliza para que a busca por empresas parceiras seja de fato produtiva. Em primeiro lugar, é preciso entender os objetivos de se estabelecer alianças, tais como: a diversificação para novos negócios e, assim, atingir novos mercados; ter acesso a novas competências, tecnologias e gerar valor agregado ao seu negócio. Além disso, deve-se definir os fluxos de informação e comunicação, bem como deixar claros os objetivos específicos da parceria. Envolver colaboradores de ambas as empresas e estimular o respeito mútuo são também aspectos essenciais. Saiba identificar quais são os benefícios gerados pela parceria e comunique isso aos envolvidos, internos e externos. A definição do que cada uma das empresas pode oferecer, ou seja, de que maneira a equipe de especialistas de cada empresa pode contribuir para o processo e também como os processos produtivos de cada uma colaborar para a nova aliança no que se refere a competências e custos financeiros são fatores que, analisados antecipadamente, favorecem os dois lados e evitam insucessos. Criar um canal de comunicação e negociação flexível e dinâmico, que permita agilidade frente às questões novas que se colocam, propicia a confiança recíproca. Uma parceria engessada pode comprometer os resultados dos negócios. É certo que acordos têm que ser estabelecidos previamente, mas, diante da complexidade do mercado, o diálogo, desde de que alicerçado na ética, ...
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Parceria como estratégia para os negócios

A competitividade do mercado, que se mostra cada vez mais exigente e complexo, se tornou um verdadeiro mantra nos ouvidos do empreendedor, sobretudo das micro e pequenas empresas. A igualdade de oportunidades pode ser muitas vezes injusta e cabe aos seus líderes ter a criatividade para lançar novos produtos ou serviços. Nesse cenário, uma das apostas vem sendo a criação de parcerias entre as empresas, visando a cooperação em suas relações a fim de otimizar funções - que se complementam - e, em última análise, alavancar os negócios. Essa aliança, assim, torna-se estratégica. Para que dê certo, a parceria tem que ser planejada e estruturada em todos os seus detalhes e fluxos. É com esse pavimento que o Studio Olea se uniu à Sebastiany, escritório especializado em estratégia e criação de marcas para o desenvolvimento de determinados projetos. "Nossa proposta é oferecer ao cliente uma entrega mais abrangente, porém executada pelos especialistas das duas empresas em suas áreas específicas", afirma Gustavo Camargo, designer e diretor executivo do Studio Olea. Além da identificação (e respeito!) em relação aos trabalhos de ambas as empresas, que oferecem o serviço de forma a facilitar a gestão por parte do cliente, certamente o grande benefício das parcerias está na possibilidade de aumentar e qualificar a participação de ambas no mercado, com competências que façam a diferença na busca por qualidade. Outro aspecto mencionado por Gustavo, que parece um detalhe, mas deve-se levar em consideração, é a garantia de sigilo dos projetos. "O job fica dentro das duas empresas com toda garantia de controle das informações. Se você terceiriza, há sempre o risco de vazar", alerta. Mais do que analisar aspectos técnicos, mercadológicos e financeiros é fundamental que as empresas parceiras tenham os mesmos princípios éticos. Não há "receita de bolo" mas algumas palavras são de ordem: honestidade, oportunidade,...
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Design de embalagem e o poder do storytelling

As embalagens são a interface mais próximas entre o produto e o usuário. Seu design, portanto, é elemento fundamental para que a comunicação seja eficiente. Porque é isso que a embalagem faz: comunica. Além dos aspectos relacionados à funcionalidade, ergonomia, respeito ao meio ambiente, entre outros, o shape, aliado ao grafismo, se propõe a dizer algo. A pergunta que o designer deve fazer é: o que eu quero comunicar? Entra aí um conceito em voga, o storytelling, que, nada mais é do que a capacidade de contar histórias, que, de maneira mais estruturada, é capaz de trazer maiores resultados quando temos que conversar, convencer e compartilhar com as pessoas. No caso das embalagens, os consumidores. "Era uma vez uma família de franceses no interior do Rio Grande do Sul que decidiu começar seu negócio no quintal de casa. O pai, apreciador de bons vinhos e cada vez mais apaixonado pelo Brasil, gostava de fazer sucos para seus filhos pela manhã. Sua esposa teve a ideia de vender sucos para amigos e vizinhos. Daí em diante, com muito trabalho e dedicação, o negócio começou a crescer e prosperar." Essa história foi o ponto de partida para a criação e desenvolvimento de embalagens para o suco Gustô, realizados pelo Studio Olea. Além da metodologia de pesquisa para se chegar ao resultado final, com análise de materiais, público-alvo e ponto de venda, foi essa história que tornou-se o fio condutor de todo o projeto de design da embalagem. "Hoje as pessoas buscam por produtos mais saudáveis, que remetam à qualidade de vida, e era preciso comunicar isso. Todo o grafismo, como o shape e o processo de naming foram criados com base nas emoções que tal história desperta no consumidor", conta Bruno Moraes Erse, designer responsável pelo projeto. Na relação com o consumidor, o storytelling pode ser uma ferramenta poderosa e grande aliada do designer para promover mais engajamento e, em última análise, aumentar as vendas...
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